Encontros da Academia Brasileira de Música 2026: "Programação e difusão da música brasileira contemporânea"

Encontros da Academia Brasileira de Música 2026: "Programação e difusão da música brasileira contemporânea"

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Hoje, terça-feira, dia 06.06.2026, às 18h, on-line! Discutiremos o tema "Programação e difusão da Música Brasileira", nos Encontros da Academia Brasileira de Música. Esperamos você! Um grande abraço.
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Perfis dos debatedores:
Ligia Amadio é uma das mais destacadas regentes brasileiras. Entre as orquestras que dirigiu, figuram a Iceland Symphony, Jerusalem Symphony, Israel Chamber Orchestra, Netherlands Radio Symphony, Orquesta Estable del Teatro Colón, Orquesta Filarmónica de Buenos Aires, Orquesta Filarmónica de la UNAM, Thailand Philharmonic e Tokyo City Philharmonic. No Brasil, esteve à frente de importantes orquestras, dentre as quais a Sinfônica do Estado de São Paulo, a Sinfônica Brasileira, a Filarmônica de Minas Gerais, a Sinfônica de Porto Alegre, a Sinfônica do Paraná, a Sinfônica da Paraíba, a Sinfônica do Theatro da Paz, a Sinfônica do Teatro Nacional Cláudio Santoro, a Amazonas Filarmônica e a Sinfônica do Teatro Municipal de São Paulo. Foi diretora artística e regente titular da Sinfônica Nacional - UFF, da Sinfônica de Campinas, da Sinfônica da Universidade de São Paulo, da Sinfônica de Minas Gerais, no Brasil, da Filarmônica de Mendoza e da Sinfônica da Universidade Nacional de Cuyo, na Argentina, da Filarmônica de Bogotá, na Colômbia, e da Filarmônica de Montevidéu, no Uruguai. Desde 2025 integra o corpo docente do FEMUSC, na área de Regência Orquestral, e atualmente atua como professora do Mestrado em Regência Orquestral da Universidad Nacional de las Artes, em Buenos Aires.
Pedro Bittencourt é saxofonista e pesquisador dedicado à performance da música de concerto contemporânea. Professor de saxofone da Escola de Música da UFRJ, atua nos programas de pós-graduação da instituição e coordena o Grupo de Pesquisa “Performance Hoje”. Fundador-diretor e saxofonista do ABSTRAI ensemble e do Conjunto de Sax da UFRJ, é Doutor em Estéticas, Ciências e Tecnologias das Artes/Música pelo Centro de Informática e Criação Musical da Universidade de Paris 8, onde teve orientação de Horacio Vaggione em sua pesquisa sobre interpretação musical participativa nas músicas mistas para saxofone. Apresenta-se regularmente como solista e músico nas principais orquestras do estado do Rio de Janeiro, além da Filarmônica de Goiás e das Sinfônicas da Unicamp e do Paraná. Por diversas vezes foi artista residente no ZKM (Zentrum für Kunst und Medien) - Instituto de Música e Acústica em Karlsruhe, onde criou o projeto multimídia Ondas Segundo Poetas e gravou o CD Enlarge your sax pelo selo alemão Wergo.
Thiago Regotto é jornalista e radialista. Pesquisador do rádio e da comunicação pública, é Mestre em Educação, Cultura e Comunicação pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Também possui os títulos de MBA em TV Digital, Radiodifusão e Novas Mídias pela Universidade Federal Fluminense, Especialização em Marketing pela Universidade Federal do Rio de Janeiro e Pós-graduação em Estilo de Gestão e Liderança pela Fundação Getúlio Vargas. Enquanto Gerente Executivo da Rádio Nacional e da Rádio MEC, foi um dos responsáveis pela expansão das emissoras no território nacional e conduziu o processo de modernização da programação e fortalecimento das rádios públicas federais. Um dos marcos foi a implementação da Rádio Nacional de São Paulo, que teve o programa Tarde Nacional SP laureado em 2025 pela Associação Paulista de Críticos de Arte na categoria Melhor Programa Cultural de Rádio. Também compõem seu portfólio a concepção e implementação de iniciativas voltadas à memória da radiodifusão pública brasileira, com destaque para a idealização do Museu da Rádio Nacional e para a direção-geral de celebrações institucionais alusivas ao centenário do rádio no Brasil (2022), ao centenário da Rádio MEC (2023) e aos 90 anos da Rádio Nacional (2026). Atualmente, é Diretor Geral da Empresa Brasil de Comunicação.
Perfil do moderador:
Ronaldo Miranda estudou Composição com Henrique Morelenbaum e Piano com Dulce de Saules, na Escola de Música da UFRJ. Começou sua carreira como crítico de música do Jornal do Brasil e intensificou seu trabalho como compositor a partir de 1977, quando obteve o 1º Prêmio no Concurso de Composição para a II Bienal de Música Brasileira Contemporânea, na categoria de música de câmera. Recebeu vários prêmios em concursos brasileiros de composição, bem como o Troféu Golfinho de Ouro (1981), o Prêmio APCA (1982, 2006 e 2013) e o Troféu Carlos Gomes (2001). Laureado no Concurso Internacional de Composição de Budapeste (1986) e condecorado com a Ordem das Artes e das Letras pelo governo francês (1984), participa de inúmeros festivais internacionais e tem tido suas obras gravadas no Brasil e no exterior. É Mestre em Música (Composição) pela UFRJ e Doutor em Artes (Teatro) pela USP. Foi Vice-Diretor do INM-Funarte, Diretor da Sala Cecília Meireles, Professor de Composição da UFRJ e Professor de Composição da ECA-USP. É membro da Academia Brasileira de Música, onde ocupa a Cadeira 13.